Minha carência e minha ausência de CORSÁRIO, me levam a cometer loucuras. Muitas. Qualquer um que tenha o olhar triste e venenoso me atrai. Um calor imenso pelo peito me invade, de dentro para fora. Escorre o suor e molha minha testa. Me sinto quente e impulsiva. Minha calcinha molha. E assim, me vejo em loucuras contagiosas do meu ser. Mas o medo que me aflige é até quando?Até quando continuarei sem me deter? Ainda não é o tempo de escrever sobre isto.
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
MAGIA NEGRA
Sinceramente? Não sei por onde começar.Não sei como vou contar esta história inusitada.Tem coisas que eu não sei contar.Não sei escrever. Talvez embebecida num copo de cerveja ou numa taça de vinho, depois de ter fumado mais de vinte cigarros. talvez assim, assim. Não consigo imaginar um título, não consigo imaginar uma music, não consigo imaginar uma paisagem. Só sei que de loucuras, é a minha vida. Tenho medo da fronte de minhas paixões e momentos. Tenho receio que Deus não vá perdoar. Mas enfim, enquanto o fim dos dias não chega, terei que conviver com os dias atuais, tal e qual eles se somam.
Minha carência e minha ausência de CORSÁRIO, me levam a cometer loucuras. Muitas. Qualquer um que tenha o olhar triste e venenoso me atrai. Um calor imenso pelo peito me invade, de dentro para fora. Escorre o suor e molha minha testa. Me sinto quente e impulsiva. Minha calcinha molha. E assim, me vejo em loucuras contagiosas do meu ser. Mas o medo que me aflige é até quando?Até quando continuarei sem me deter? Ainda não é o tempo de escrever sobre isto.
Minha carência e minha ausência de CORSÁRIO, me levam a cometer loucuras. Muitas. Qualquer um que tenha o olhar triste e venenoso me atrai. Um calor imenso pelo peito me invade, de dentro para fora. Escorre o suor e molha minha testa. Me sinto quente e impulsiva. Minha calcinha molha. E assim, me vejo em loucuras contagiosas do meu ser. Mas o medo que me aflige é até quando?Até quando continuarei sem me deter? Ainda não é o tempo de escrever sobre isto.
domingo, 25 de outubro de 2015
OS ENCONTROS FATAIS
Há como é belo o momento em que os encontros fatais são inevitáveis. Sonhei a minha vida inteira até aqui, com o momento em que eu não sentiria mais nada por CORSÁRIO . Imaginava que um dia, iria encontrá-lo numa balada qualquer deste espaço qualquer que tanto nos leva a lugar nenhum e de repente, não mais que de repente, eu iria ver ele parado em alguma porta. E o Fim de semana começou assim: Quase sem querer, eu quis ir para a praia. A mesma praia em que nós ficávamos sozinhos nos amando e nos deliciando com tudo que a vida tem de bom. A mesma praia em que ficávamos tristes com que a vida tem de ruim. A mesma praia em que nós pensávamos que éramos quase nada. A mesma praia em que pensávamos que éramos quase tudo. A mesma praia que eu não consigo esquecer e que não penso mais em outra praia. Mesmo não estando mais com ele, ao seu lado, ainda como quem se estivesse ele sempre ao meu lado, vou na mesma praia, e me reviro agora sozinha, com meus cabelos ao vento, olhando minha sombra na areia imaginando que é ele tentando me segurar pela cintura, agarrando meus cabelos, me despindo ao vento e deixar a luz tocar minha vagina e a água infiltrar minhas entranhas. Mas...cheguei naquele fim de semana na mesma praia. Eu e minha amiga. Fomos bem recebidos por IÁ e BABALORIXÁ.. Bons amigos que surgiram na Praia Azul, de maneira categórica, a fim de que possa matar um pouco a saudade de meu CORSÁRIO. Masd tudo bem, fomos ouvir música ao vivo, comer, beber. Minha amiga, INSÂNA, queria muito ficar com alguém naquela noite. Correu, correu atrás de um moço que veio conversar comigo quando eu fui na rua para fumar. IINSÂNA ficou desesperada, ao ver que o moço foi lá para fora tbm. Ficamos alguns instantes ali conversando, quando vimos ela desesperada chegando com um celular e pedindo o número do telefone dele. Meus Deus, eu pensei. Nunca precisei fazer isto. Sacudi a cabeça e fui para dentro, em seguida ele entrou tbm, mas então fiquei apática e com vergonha. Não quis mais olhar para moço. Saímos dali.
Decidimos ir a uma balada dançar um pouco, nos divertir. Então...Nossa que susto. Meu sonho se tornou realidade. Ali estava ele, CORSÁRIO, parado na porta, triste com alguns amigos. Meu CORSÁRIO sempre triste. Pensei para mim. Encontro fatal. Olhei, sorri, e disse: "que acontecimento, quanta coincidência". Ele não sorriu. Apenas disse: "Eu estou morando aqui, CORSÁRIA, agora para ficar". Meu coração de luto, minhas pernas calejadas, entraram para dentro do salão e eu fingia estar feliz. Ele fingia estar feliz. E fingindo que estávamos felizes, ficamos durante muito tempo. CORSÁRIO, ficou parado no bar de frente prá mim. Sempre que eu olhava ele estava olhando. E de repente, ele sumiu,. Sumiu. E nunca mais o vi.
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