domingo, 25 de janeiro de 2015
VINHEDOS.
O Celular é uma invenção maravilhosa. Com ele, você pode ver quem está querendo falar contigo. Desta vez, depois de muito tempo, MADAME BURTERFLY, liga. Parece que adivinha que eu novamente estou querendo esquecer CORSÁRIO, viver outras coisas. Mas não, no entanto a primeira frase que digo: "Só faço este favor para ti se me deixares ir em tua casa pousar, pois pretendo ir lá prá cima. "Imaginaaaaaaa, eu novamente aos trancos e barrancos. Minhas amigas me convidam prá passear, fazem planos comigo, mudar a casa, viajar. E o que acontece? Penso nele, em estar com ele em viver novamente loucuras com ele, meu querido CORSÁRIO, que está se acabando. Não vou mais atender o celular.Ela me convidou para irmos aos vinhedos, onde um dia, fui com CORSÁRIO e brincamos em baixo dos parrerais de uvas, brincamos, rimos, gozamos, numa tarde linda de verão.Não, não atenderei mais o telefone.
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
HOMEM DAS ÁGUAS 2
Então ainda na estrada um telefonema, um número que não conhecia. Atendi.
"Olá, vc está indo bem, dona CORSÁRIA?" Escutei aquela voz assim baixinho, escorregando no meu ouvido. Encostei o carro. "Sim quem está falando?" - "Sou eu, então já sei teu nome e teu telefone, quero te ver novamente." Nem perguntei como ele sabia. Pois deixei meu nome e número no cadastro do clube. Fácil. "Não quer voltar e passar a noite aqui? A estrada está perigosa, chovendo muito. " Parei meus pensamentos, por um instante, cheguei a pensar que o melhor seria ir embora, no entanto aquela voz, me hipnotizava. E sem desligar o telefone, fiz a volta na estrada e retornei. Desta vez, ele estava a minha espera embaixo do poste com um guarda-chuva na entrada do clube, com o controle abriu o portão enorme assim que meu carro se aproximou a sombra dele, com a escuridão e luz me deixavam fascinada. Desta vez, me guiou até a casinha onde estávamos antes. Entramos, me agarrou tirou minha roupa antes que eu visse e me deparei nua nos seus braços novamente. Arranquei as roupas dele finalizando com o pênis dele na minha boca. Ele gemia feito homem de posse. Buscou a camisinha e fizemos sexo em cima da mesa de jantar. Uma enorme mesa. Deitamos na mesa e ele sussurrou no meu ouvido, tenho fome. Preparamos um belo jantar que ele próprio fez o prato principal, das frutas eu fiz uma salada com canela e para minha surpresa, nus completamente nus, apenas com um avental que ele me deu e outro de frente inteira que ele tinha. Rimos, conversamos. E quando fui me vestir para jantar, entrei no banheiro principal da casa e me deparei com roupas femininas no cesto de roupas. Do espelho pude ver no boxe, uma calcinha preta pendurada. Do banheiro mesmo falei. "Então vc não está só nesta casa". Ele ligeiramente disse: "Estou com vc." - "Não, HOMEM DAS ÁGUAS, vc entendeu." Ele veio até o banheiro me abraçou pela cintura e respondeu: "É da minha filha, ela partiu hoje para Ibiza, levei ela esta madrugada vai fazer estágio de turismo e hotelaria na Espanha. Claro, só podia, foi criada neste lugar junto comigo e quer investir mais....rizadas." Fiquei calada. "E sua esposa?" - "Faleceu, quando minha filha nasceu. Há 22 anos atrás ainda existia isto, mulheres mal assistidas na hora do parto." - "Hammmmm, lamento". Então ele quis saber de mim. Falei um pouco, muito pouco. Minha profissão e meus amigos, meu hobby e minhas festas de meus filhos não. Fizemos amor e agora ele, no sono profundo eu aqui escrevendo e novamente com a certeza de que a "Onça negra
bebe água venenosa"
"Olá, vc está indo bem, dona CORSÁRIA?" Escutei aquela voz assim baixinho, escorregando no meu ouvido. Encostei o carro. "Sim quem está falando?" - "Sou eu, então já sei teu nome e teu telefone, quero te ver novamente." Nem perguntei como ele sabia. Pois deixei meu nome e número no cadastro do clube. Fácil. "Não quer voltar e passar a noite aqui? A estrada está perigosa, chovendo muito. " Parei meus pensamentos, por um instante, cheguei a pensar que o melhor seria ir embora, no entanto aquela voz, me hipnotizava. E sem desligar o telefone, fiz a volta na estrada e retornei. Desta vez, ele estava a minha espera embaixo do poste com um guarda-chuva na entrada do clube, com o controle abriu o portão enorme assim que meu carro se aproximou a sombra dele, com a escuridão e luz me deixavam fascinada. Desta vez, me guiou até a casinha onde estávamos antes. Entramos, me agarrou tirou minha roupa antes que eu visse e me deparei nua nos seus braços novamente. Arranquei as roupas dele finalizando com o pênis dele na minha boca. Ele gemia feito homem de posse. Buscou a camisinha e fizemos sexo em cima da mesa de jantar. Uma enorme mesa. Deitamos na mesa e ele sussurrou no meu ouvido, tenho fome. Preparamos um belo jantar que ele próprio fez o prato principal, das frutas eu fiz uma salada com canela e para minha surpresa, nus completamente nus, apenas com um avental que ele me deu e outro de frente inteira que ele tinha. Rimos, conversamos. E quando fui me vestir para jantar, entrei no banheiro principal da casa e me deparei com roupas femininas no cesto de roupas. Do espelho pude ver no boxe, uma calcinha preta pendurada. Do banheiro mesmo falei. "Então vc não está só nesta casa". Ele ligeiramente disse: "Estou com vc." - "Não, HOMEM DAS ÁGUAS, vc entendeu." Ele veio até o banheiro me abraçou pela cintura e respondeu: "É da minha filha, ela partiu hoje para Ibiza, levei ela esta madrugada vai fazer estágio de turismo e hotelaria na Espanha. Claro, só podia, foi criada neste lugar junto comigo e quer investir mais....rizadas." Fiquei calada. "E sua esposa?" - "Faleceu, quando minha filha nasceu. Há 22 anos atrás ainda existia isto, mulheres mal assistidas na hora do parto." - "Hammmmm, lamento". Então ele quis saber de mim. Falei um pouco, muito pouco. Minha profissão e meus amigos, meu hobby e minhas festas de meus filhos não. Fizemos amor e agora ele, no sono profundo eu aqui escrevendo e novamente com a certeza de que a "Onça negra
bebe água venenosa"
HOMEM DAS ÁGUAS.
Eu até que pensei que ía ser mais um dia daqueles solitários, o mesmo de sempre. Tenho saído com alguns amigos, sorrindo, mas no fundo sempre solitária. Cheguei a pensar que ando meia curva para o amor, ou melhor para o sexo, porque o amor...há este somente do CORSÁRIO. Resolvi investir em minha solidão, literalmente. Coloquei numa mochila, um biquini, um protetor solar, uma toalha de banho um vestido e uma calcinha e liguei meu carro e não pensei onde ía. Acabei entrando num sítio de lazer. Estava vazio, começou a nublar, mas assim mesmo, me permiti em ficar com uma piscina só para mim e me deleitar deitada numa cadeira lendo um livro. Achei que era o suficiente para o dia solitário. De repente, chega em mim, um jovem senhor, com a barba mal feita,olhos negros e arregalados, cabelos levemente ondulados, sobrancelhas grossas de calça preta dobrada até o joelho, melhor dizendo, calça de quem estava trabalhando sem camisa, e com um pequeno sorriso nos lábios, um meio sorriso. Sua cor bem bronzeada, novamente a conclusão de que era um trabalhador do dia. Me olhou ali calado, e com muita demora me perguntou se eu estava bem. Respondi que sim e deduzindo que era um trabalhador da casa, disse-lhe que nada estava me faltando, em outras palavras, eu estava mandando ele embora. Mas não, ele permaneceu ali parado. E quase que parado, se curvou de forma que dava para ficar encostado no meu ouvido e disse baixinho: "Mas vc não me perguntou se eu queria algo? Congelei com a voz dele. Esquentei com o murmurio dele no meu ouvido. Molhei o meu maiô parte debaixo. Ele notou o meu suspiro silencioso e com as mãos grandes e grossas, colocou-as no meu seio de modo que acariciou o bico do meu seio e fez levantá-lo, instantaneamente. Me beijou no rosto suavemente e minha boca ficou entreaberta, procurando pela boca dele. Finalmente ele chegou bem mais próximo me beijou somente com a língua e suas mãos se dividiam agora entre o bico do meu seio e o interior da calcinha do maiô me molhei todinha, o beijo era uma constante e eu estirada na cadeira na beira da piscina, abri os olhos e pude contemplar os cabelos dele, levemente ondulados se mexendo om o vento. O livro que eu lia deixei cair no chão, minhas mãos buscaram a cabeça daquele desconhecido. Então ele veio por cima e sua calça, parecia que ía arrebentar e seus dedos, se movimentavam freneticamente na minha vagina.Tentei respirar, não conseguia. Até que a voz dele novamente susurrou no meu ouvido."Vamos sair daqui". Não sei como, minhas pernas conseguiram ir até onde ele me levava, segurei na mão dele e nos encontramos de frente a uma casa muito bonitinha, aconchegante e lá entramos e fizemos sexo. Muito sexo. Agarrava ele com meus dentes nas suas orelhas, ele me puxava cada vez mais para junto de si Sentados na cama, em gemidos esturrecedores. Tive a impressão de que assim como eu, ele tbm não tinha sexo há algum tempo. Gozei muito, tinha um orgasmo atrás do outro. Na perna do lado direito a tatuagem de Iêmanjá. Pensei comigo:"Outro homem das águas, não, não posso me apaixonar." Ele sorria, ria gritava, seu pênis endurecido sempre. Seu suor cheiroso. Homem das águas.Comelou a chover. Nos deitamos, acendemos um cigarro. Caminhei dentro do quarto para ver a chuva, ele foi ao banheiro, eu camihei na casa, pingando, pingando, minhas pernas, eram moles. Ele me agarrou por trás, me inclinou contra a mesa da varanda e beijou minha nuca e me disse no ouvido: "Vc é muito gostosa" E assim, molhada, molhada, me molhei mais ainda. Seu sexo era cheiroso, fizemos por trás, num envelope ele me colocou e quando vi, estava tendo orgasmo novamente. E chorei e ri. Ele sentou e me colocou no seu colo e me disse no ouvido: "quero tomar um banho com vc" E assim fizemos.
Passamos algum tempo no banho, agora de maneira branda e macia, ele carinhoso, me sorria, meio sorriso e foi bom. Vesti minha roupa, que ele foi buscar no vestuário do clube. E ri, ri muito.
Fui embora, sem saber o seu nome, o que fazia ou ao menos quem era. Tbm não disse meu nome. Mas para mim....O HOMEM DAS ÁGUAS.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
FUMAÇA
Eu hoje consegui fumar mais de vinte cigarros. Estou chegando no meu limite. Tenho que parar.
Tenho tantas coisas ainda prá viver.
Quero tanto ainda ver CORSARIO! Estar com CORSARIO.
De repente, ele está feio. Muito feio.
Não consegui mais falar com ele, apesar de tão perto.
Fomos até a casa de praia dele eu e minhas amigas: ABÓBORA E FADINHA.
Mas nada, nada vezes nada, que é igual a nada.
Não consegui abraça-lo, não consegui beijá-lo, nada.
Nem na noite de lua, indo pro mar, consegui encontrá-lo.
E assim os dias se passaram.
Natal, com a morte de meu pai, que se completou num amor ferrenho e louco, doce inveja!
Revellion com meus filhos numa praia, tão distante, quão distante é a vida que tenho agora de CORSÁRIO.
Tudo tão claro e límpido.
Vinte Cigarros, mais de vinte cigarros e a solidão batendo silenciosamente á minha porta.
Sem casa na praia, sem pai, sem mãe, sem cão solidário, sem CORSÁRIO.
Resgatei com tudo isto, o amor eterno de meus filhos, que sempre respeitei e vou continuar respeitando.
A mim, ficou bem claro duas coisas: A família e com ela a vontade de viver mais intensamente.
CORSÁRIO, está cada vez mais distante de minha vida, de minha vontade. Estou morrendo para CORSARIO.
Quem sabe um dia em outra vida!
Enquanto isto, tenho que começar uma nova luta: Parar de fumar, para chegar onde quero.
Descançar e viver, só viver.
Tenho tantas coisas ainda prá viver.
Quero tanto ainda ver CORSARIO! Estar com CORSARIO.
De repente, ele está feio. Muito feio.
Não consegui mais falar com ele, apesar de tão perto.
Fomos até a casa de praia dele eu e minhas amigas: ABÓBORA E FADINHA.
Mas nada, nada vezes nada, que é igual a nada.
Não consegui abraça-lo, não consegui beijá-lo, nada.
Nem na noite de lua, indo pro mar, consegui encontrá-lo.
E assim os dias se passaram.
Natal, com a morte de meu pai, que se completou num amor ferrenho e louco, doce inveja!
Revellion com meus filhos numa praia, tão distante, quão distante é a vida que tenho agora de CORSÁRIO.
Tudo tão claro e límpido.
Vinte Cigarros, mais de vinte cigarros e a solidão batendo silenciosamente á minha porta.
Sem casa na praia, sem pai, sem mãe, sem cão solidário, sem CORSÁRIO.
Resgatei com tudo isto, o amor eterno de meus filhos, que sempre respeitei e vou continuar respeitando.
A mim, ficou bem claro duas coisas: A família e com ela a vontade de viver mais intensamente.
CORSÁRIO, está cada vez mais distante de minha vida, de minha vontade. Estou morrendo para CORSARIO.
Quem sabe um dia em outra vida!
Enquanto isto, tenho que começar uma nova luta: Parar de fumar, para chegar onde quero.
Descançar e viver, só viver.
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