NOITE, SEMPRE NOITE

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NOITE

domingo, 4 de novembro de 2012

AINDA DIÁRIO DA LOUCA

Dia 20 de outubro: Depois de tudo que não aconteceu na praia o que vejo no meu celular..."Preciso falar com você, me liga ou mande torpedo SMS" Gelei, congelei, parei e novamente liguei. Eu estava na casa de ROSA-FLORES sentada embaixo daquelas árvores maravilhosas , vi ele passar no seu carrinho parecido com ele...todo detonado, bancos fora do lugar, branco, como a branca que me persegue. Bom primeiro segui meu caminho, fui até um momento de loucura...e pensei. É isso, é isso sim. Me convidou prá tomarmos café. Tomamos, comemos pastel, brincamos de casinha, transamos, dei as costas prá ele, CORSÁRIO adorou o meu ficar de quatro...brincamos, nos beijamos, nos adoramos, suamos, como sempre e como sempre, ele me tem, me contém, me subtrai, me divide, me multiplica. Chupei o pescoço dele, deixei minha marca. Cansamos, ficamos me silêncio, saímos pela cidade buscar algo para beber. De repente, achamos um amigo, compartilhamos a noite com ele....muito engraçado! Noite infinita. Troquei de roupa dentro do carro, botei vestido preto, salto alto, troquei de calcinha, na rua, vento levantava meu vestido, fiz para chamar atenção de meu CORSÁRIO, o amigo, quiz me beijar, me agarrar, me fez promessas de banheira no motel. Eu estava feliz, Jogamos bilhar, meus seios caíam na mesa para jogar, meu vestido curto, ficava mais curto ainda quando eu jogava e inclinava a bunda para meu CORSÁRIO, sentamos, bebemos. Adorei. o nosso amigo, me beijava no ombro, me puxava, e dizia que queria ir embora comigo. Foi o que fiz. Deixei primeiro CORSÁRIO em casa, senti que meu CORSÁRIO, ficou inquieta, não sabia como. Entrei na casa dele, deixiei nosso amigo no carro a esperar. Esperou dentro do carro durante uma hora, tempo suficiente para CORSÁRIO me amar, me fazer de rainha, me jogar contra a parede e me morder. Quiz ele me cansar, fazer até arder, para eu não dar pro amigo. "Bobinho" pensei eu, lógico que não. Levei o amigo prá casa, com muitas vontades de me comer. Eu não sou comida, sou amor de CORSÁRIO.

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