Resolvemos então ir dançar. Era a coisa que CORSÁRIO mais queria naquela noite. Contando todo o dinheiro que nós dois tínhamos...50 pilas. Bom resolvemos ir. Bancos fechados, caixas fechados e o dinheiro que tínhamos gastamos de tarde na festa. Mas ríamos da situação, sem saber o quanto iríamos rir mais depois. O mais estranho é que chegamos na frente do Bar, e ele olhou prá mim e disse que não tinha documento. Que raiva....pensei que aquilo não era prá mim. Depois de fazermos 20 km no meio da noite distante da nossa casa, pensei que aquilo não era prá mim. Cheguei a imaginar que ele estava me testando prá ver até onde ía minha paciência com ele. Mas meu amor, minha bobeira, minha cegueira é maior do que tudo. CORSARIO dizia que então podíamos ir em outro lugar mais próximo e deixar a dança para outro dia. Eu não quis e novamente pegamos a estrada, chegamos na casa dele e retornamos. Bem no total: 50 km numa noite, para dançar. Chegamos no local finalmente. Eu vestida com uma camisa e salto alto, bem alto, ele, mais alto que eu com um blusão preto de malha, com capuz e aquele quase sem cabelo, mostrando o pouco rosto que ele tem. "Acho que CORSÁRIO é parecido com Eminem." Bom só para chegar, gastamos 35 reais de entrada, então fizemos as contas, quase não vai dar para nada. Beber nada. E foi o que fizemos, uma cerveja...20 reais, uma água 10 reais e tínhamos que voltar e pagar pedágio. Resultado: Ele então sorriu e me disse: "Água somente da torneira". E foi o que fizemos á princípio. De repente, não mais que de repente, vimos uma turma com uma mesa cheia de cerveja e gelo "abandonada" os donos estavam dançando, curtindo a festa e nós ali morrendo de sede. Então ele olhou prá mim, e disse que fosse o que acontecesse, eu deveria ficar calada e fingir que não o conhecia. Deu certo. Fui na frente saí do lugar da visão. Finalmente, ele chega sorridente e com o balde com as cervejas na mão. Tomamos saborosamente, numa alegria....Quanto prazer!. kkkkkkkkkk. Voltamos para casa, paramos um buteko e compramos de cerveja, do dinheiro que sobrou. E novamente, rizadas. Noite boa, vida boa. Sexo bom, novamente no carro, como apreciamos e gostamos. As mãos de CORSARIO, continuam grandes e macias. Eu sem calcinha ele, com a língua no meu rosto, seu pênis penetra fundo dor de amor. Sangrei, sangrei, adoro, sentei em cima da minha camisa, em cima dele e abri a janela. Ao fundo, a cidade ficou escura, faltou luz e cada vez mais crescia nosso tesão. Sorríamos, gritávamos e como sempre como se fosse a primeira vez. Não queremos nada, apenas nossa vida loka para nos completar.
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