"Me abrace e me dê um beijo,
Faça um filho comigo,
Mas não me deixe sentar na poltrona
No dia de domingo (domingo!)
Procurando novas drogas de aluguel
Neste vídeo coagido,
É pela paz que eu não quero seguir admitindo."
Então o que aconteceu, fui na casa de JOÃO DE BARRO, fiz o que deveria ter feito. Fizemos sexo, 4 vezes, gozamos, nos entregamos, numa ânsia louca de amor. Ele queria, eu tbm. Como dois adolescentes nos entregamos entre um copo de vinho e outro. Um cachorro e um gato, na sala brincavam juntos, enquanto a loba e o JOÃO DE BARRO, brincavam incansavelmente. Rimos, eu chorei. Ele levou um susto. Chorei, porque choro.Num abraço coloquei minhas pernas nuas em cima das dele, sentei no colo, sentindo a penetração profunda de seu sexo, encostei minha cabeça, no ombro dele e notei que o corte de cabelo era igual a do meu CORSÁRIO. Chorei no ombro dele. Ele apavorado e gostando do meu choro me perguntou o porquê daquilo. Eu disse que não, não iria contar.Então solucei, grite e ele gozou mais uma vez, eu gozava tbm, estava enlouquecida. Gostei. Mas a saudade de meu CORSÁRIO, era maior. Ainda é maior. Assim como maior é a distância que sentimos um pelo outro á medida que o tempo passa. CORSARIO não me quer mais, isto ficou evidente para mim. Sinto o beijo dele, o sorriso sem graça dele, o perfume. Mas em outros braços vou esquecer, afinal tudo passa. JOÃO DE BARRO, me diz loucuras. Me chama de gostosa, diz que tenho um beijo alucinante e quer me ver sempre. Este sempre ficou resumido em quando eu quero. Não vejo sempre JOÃO DE BARRO, mas até agora, ás vezes que ficamos juntos, tem sido bom. Ele é gentil, amável e tem o melhor cigarro da região, gosto de mel. É um homem lúcido e que sabe das coisas. Me manda torpedo dizendo "bom Dia!" E eu respondo, no entanto, entre ídas e vindas. Procurei CORSÁRIO no Domingo, então...."Só não me deixe sentada numa poltrona numa tarde de Domingo" Saímos, como sempre CORSÁRIO não diz não. Mas não foi legal, só eu senti a saudade.
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