sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
TE ADORO AINDA....
Susurro, sussurro muito no ouvido dele....TE ADORO AINDA....Sei que este "ainda", é uma eternidade, ele pensa que ainda sua dúvida inconstante é momento.
Gozamos, esfregando nossos pés e línguas. Derrepente, como se não tívessemos mais nada prá fazer, depois de suor, mamílos aguçados, pênis sempre ereto, querendo mais e mais, resolvemos descançar. E então, como magia, nossos pés fizeram tudo aquilo que queríamos e que não pudíamos mais, estávamos exaustos e com vontade, prazer, fogo, olhares.Nossos pés se esfregaram tão unicamente, tão comumente, que faziam o movimento vibratório de nossos sexos. Mágico e feliz. Nossas línguas acompanhavam o movimento dos pés e assim ficamos por minutos, até que um ar, fez com que nossas bocas se desgrudassem e enfim respiramos juntos....GOZAMOS. Eu e CORSÁRIO, GOZAMOS, muito, muito com nossos pés e línguas. Molhados e felizes, fechamos os olhos e sorrimos, eu disse: "TE ADORO, TE ADORO AINDA...." E assim, ele foi embora, fechou a porta e foi pra rua, não retornou. Vi ele de manhã com um sorriso, me esperando pro café, passava a mão na minha cintura, me prendia por trás. EU TE ADORO, TE ADORO AINDA... Fui pro mar caminhar, meditar, precisava ir sozinha, agradecer. MEU CORSÁRIO, vida minha.
Gozamos, esfregando nossos pés e línguas. Derrepente, como se não tívessemos mais nada prá fazer, depois de suor, mamílos aguçados, pênis sempre ereto, querendo mais e mais, resolvemos descançar. E então, como magia, nossos pés fizeram tudo aquilo que queríamos e que não pudíamos mais, estávamos exaustos e com vontade, prazer, fogo, olhares.Nossos pés se esfregaram tão unicamente, tão comumente, que faziam o movimento vibratório de nossos sexos. Mágico e feliz. Nossas línguas acompanhavam o movimento dos pés e assim ficamos por minutos, até que um ar, fez com que nossas bocas se desgrudassem e enfim respiramos juntos....GOZAMOS. Eu e CORSÁRIO, GOZAMOS, muito, muito com nossos pés e línguas. Molhados e felizes, fechamos os olhos e sorrimos, eu disse: "TE ADORO, TE ADORO AINDA...." E assim, ele foi embora, fechou a porta e foi pra rua, não retornou. Vi ele de manhã com um sorriso, me esperando pro café, passava a mão na minha cintura, me prendia por trás. EU TE ADORO, TE ADORO AINDA... Fui pro mar caminhar, meditar, precisava ir sozinha, agradecer. MEU CORSÁRIO, vida minha.
domingo, 4 de novembro de 2012
AINDA DIÁRIO DA LOUCA
Dia 20 de outubro: Depois de tudo que não aconteceu na praia o que vejo no meu celular..."Preciso falar com você, me liga ou mande torpedo SMS" Gelei, congelei, parei e novamente liguei. Eu estava na casa de ROSA-FLORES sentada embaixo daquelas árvores maravilhosas , vi ele passar no seu carrinho parecido com ele...todo detonado, bancos fora do lugar, branco, como a branca que me persegue. Bom primeiro segui meu caminho, fui até um momento de loucura...e pensei. É isso, é isso sim. Me convidou prá tomarmos café. Tomamos, comemos pastel, brincamos de casinha, transamos, dei as costas prá ele, CORSÁRIO adorou o meu ficar de quatro...brincamos, nos beijamos, nos adoramos, suamos, como sempre e como sempre, ele me tem, me contém, me subtrai, me divide, me multiplica. Chupei o pescoço dele, deixei minha marca. Cansamos, ficamos me silêncio, saímos pela cidade buscar algo para beber. De repente, achamos um amigo, compartilhamos a noite com ele....muito engraçado! Noite infinita. Troquei de roupa dentro do carro, botei vestido preto, salto alto, troquei de calcinha, na rua, vento levantava meu vestido, fiz para chamar atenção de meu CORSÁRIO, o amigo, quiz me beijar, me agarrar, me fez promessas de banheira no motel. Eu estava feliz, Jogamos bilhar, meus seios caíam na mesa para jogar, meu vestido curto, ficava mais curto ainda quando eu jogava e inclinava a bunda para meu CORSÁRIO, sentamos, bebemos. Adorei. o nosso amigo, me beijava no ombro, me puxava, e dizia que queria ir embora comigo. Foi o que fiz. Deixei primeiro CORSÁRIO em casa, senti que meu CORSÁRIO, ficou inquieta, não sabia como. Entrei na casa dele, deixiei nosso amigo no carro a esperar. Esperou dentro do carro durante uma hora, tempo suficiente para CORSÁRIO me amar, me fazer de rainha, me jogar contra a parede e me morder. Quiz ele me cansar, fazer até arder, para eu não dar pro amigo. "Bobinho" pensei eu, lógico que não. Levei o amigo prá casa, com muitas vontades de me comer. Eu não sou comida, sou amor de CORSÁRIO.
DIÁRIO DE UMA LOUCA INSATISFEITA
Tenho me ocupado bastante com um novo trabalho que está me encantando. Pensei que não sabia fazer muitas coisas, além de amar loucamente CORSÁRIO. De repente um amigo, PAI DE SANTO me convida para fazer uma coluna no jornal, estou gostando. Dedico muito tempo pesquisando, falando com pessoas, tirando fotos de gente que não tem chance de sair na coluna social dos 'chiques' eu faço isso, busco lugares, pessoas amadas e queridas do meu bairro e estou feliz. Elas sentem-se felizes. Bha hoje estou me esmeirando nas palavras, mas aqui não sou assim.CORSÁRIO no entanto, viu algumas páginas e nada disse, apenas sorriu aquele sorriso que ainda não sei definir.Digo isto sim, porque estamos nos encontrando e novamente, não sei até quando. Aqueles beijos, aquela pegada, e agora com um novo ingrediente: O ciúme dele? O sentimento de posse? Não sei. Só sei que adoro. Adoro tudo que vem dele. sorriso mal feito, beijos incandescentes, brigas, silêncio selenium. Putz...telefone celular desligado! Adoro!.
Dia 07 de Outubro: Depois de tanto tempo, resolvi sem mais nada haver....caminhar na praça. Mal tinha chegado, quem eu vejo. CORSÁRIO tentando fazer um exercício físico, ali sozinho, caminhei em sua direção, pensei em continuar....mas minhas pernas, coração, mente, espirito, não deixavam. Parei. Conversamos como bons amigos....compadres, comparsas, cúmplices de tudo e como se nada tivesse acontecido em nossas vidas. Sentamos, rimos, tomamos água. Até que ele me convidou para sairmos. Onde? No mesmo lugar de sempre. Nosso cantinho no mato, na rua, no carro. Eu estava com uma calcinha branca que ele adorou, passava a mão ligeiramente e afinava os dedos entre minhas pernas, eu estava muito molhada, além do normal, pois tbm estava em fim de período menstrual... de repente, voltou tudo. Ele não ligou. Adorou....transamos como se fosse a primeira vez novamente, gritamos, adoramos. Fui prá casa ensaguentada e feliz.
Dia 11 de Outubro: Fomos juntos para a praia, almoçamos em casa, depois pegamos a mãe dele MADAME BUTTERFLY, passamos por vários lugares, junto com ela. Ele sorria mas nada dizia. Eu sonhava e ele nada sonhava. Chegamos na praia, cada um escolheu seu lugar para dormir. Eu fiquei num lugar estratégico, lindo, casinha nobre, esperando ele chegar. Nada. passei aquela noite inteira acordada com um vinho na cozinha e um cigarro. Só ouvia os passos dele na grama e a tosse, mas nada. Então cheguei a conclusão: Nada vai acontecer nos póximos dias.
Dia 12 de Outubro:Descobri que CORSÁRIO tem um amigo na praia, um novo amigo que ele adora, me deu a impressão até mais do que eu. Ganhou de presente um boné tipo Tche Guevara, acho...coisa que ele não tira mais da cabeça. O amigo é um bicha véio, nada haver...por ser bicha e nem véio, mas este tipo de gente quando não está resolvido, casado, geralmente faz o cú dos meninos aí não gosto, não tolero.
Dia 13 de outrubro: Após mais uma noite sendo trocada pela bicha véia, resolvi conhecer a criatura. De fato, a casa tinha cheiro de sexo, jovens meninos entre 20 á 25 anos no sofá uma corda que me fez pensar que ele amarrou alguém na noite anterior. Seria meu CORSÁRIO tbm. Imagino que a troca era bem nítida, teu cú por um cheiro da branca, do pó, do capeta! Minha imaginação ía muito firme nos meus anceios. Ele, a bicha véia, me deu algo para beber, martini com não sei o quê, aceitei, gostei, tinha algo de mágico. Tudo bem, vou embora.Resolvi dar uma volta. Fui atgé o Cartão postal da praia, caminhei sozinha, com minhas lágrimas e poensamentos. Roendo as unhas, vento no cabelo crespo, bem crespo, respirava fundo ao subir morros. Então encontrei um SENHOR maravilhoso! Ho vida boa, pensei. Passou por mim, me olhou, olhou novamente, me amou, me beijou e me cheirou. Aproveitei a direção do vento e voltei prá esperança do meu CORSÁRIO, mas nada, novamente outra noite solitária, vinho, cigarro, unhas ruídas.
Dia 14 de outubro: Volta para casa 250km sem nenhuma palavra. Só quem falava o tempo todo era MADAME BUTTERFLY, tanto falou que me irritou e como sempre usei a palavra. Nunca mais!
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
INDIFERENÇA
Acolha-me em ti, hó indiferença infinita. Deixa-me sobreviver a tua indiferença. De tantas noites solitárias, vinhos cigarros, orações e medo. O som do mar, pés caminham, fazem sofrer coisas que CORSÁRIO não vê. Há indiferença, acolhe-me em teu ombro, deixa eu chorar, gritar, rasgar viver. Quero cada vez mais viver a indiferença. Quero ajoelhar-me a seus pés e dizer que não estou mais aqui, que simplesmente me convenci que vc indiferença venceu. Dor, dor da indiferença. Mulher tão capaz de terminar com tudo. Silêncio, soluço selenium, a nave permanece mesmo quando cai. Quem sou eu contra a indiferença?Vou compartilha-la comigo, e ser amiga da indiferença. CORSÁRIO, nunca mais.
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
E A CERTEZA DA CERTEZA
A Cada minuto que passa, a certeza da certeza.Não tenho mais contato com PIRATA, desisti. Cansei de gozar com ele e ver CORSÁRIO no espelho. Cansei de chegar em casa e chorar por ter vivido algo que não fosse com meu CORSÁRIO. Bjos, línguas, suor, acalento, tortura, febre...quero tudo isso de volta. E tanto fiz que os tenho.
CORSÁRIO é meu novamente.
Lavamos carro, pintamos casas, vamos ao rio....o Rio....Delta do Jacuí. Ele me mostra lugares maravilhosos, loucuras, vida, sonhos ilusões. Adoro. CORSÁRIO me conta histórias, me leva consigo em lugares mágicos, amo...amo...amo.
Vivemos agora um período de reencontros. Estamos passeando juntos. Não nos submetemos a falar nada e nada do passado. Ás vezes quando começamos, terminamos com um sorriso meio amarelo. E assim estamos. Sinto sua falta e ele a minha. Nos convencemos. Brincamos, fazemos ciúmes. Mas eu....eu continuo só. Ainda não tenho ele por inteiro. A vida nos cobra atitudes. Trabalho, remédios, pais, mãe, filhos, remédios. Mas os dias vão passando e nesse passar. Eu e CORSÁRIO, sentindo nossos cheiros, tomando café, fazendo massagem, brincando com nossos cães, estamos indo...para onde? "PARA O INFINITO" e vamos chegar lá...VIDAS, VIDAS.
<
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
ROTINA
"Só por hoje eu não vou tomar minha dose de vc."
Impossível. Rotina: trabalho, casa, centro, vinho, unhas cabelos, pés depilação comer, comer?
Masturbar-se, correr, sorrir para um desconhecido, deitar-se com um desconhecido. Beijos, abraços, pernas se cruzam e nada, nada é você.
Music no ar, carro ligado, cigarro aceso, vida, estrada. Olho pro banco ali está a sua marca que saiu de dentro de vc, carro em alta velocidade, choro, paro, crio coragem. Mar estrelas e novamente, desconhecido, vinho, cachaça, tequila. Me entrego em fúria, nada, nada é vc.
Esqueço da calcinha na beira do mar, volto. Cigarro, carro e olho pro lado a tua marca na poltrona, o que saiu de dentro de ti. Choro.
Amanheço na minha cama, vazia, olho tuas fotos na parede do meu quarto, cigarro, café da manhã. Telefone silenciou, choro, choro.
Rotina. Praça aberta , teu cheiro no ar, passa, voa, me olha, olhar. Choro, cigarro, vinho,
Me visto de louca, vou pro bar, agarro quem eu quero quem me quer, ou não. Motel, luzes cigarro, vinho, comida boa, espelho grande tua imagem refletiu. Choro, choro, gozo, grito, chupo, língua, vagina nua, ardida, dor. Mas nada, nada é vc.
Volto prá minha cama, masturbar. Fotos na parede, rasgo, choro, levanto, lixo, cigarro, vinho.
Rotina: Trabalho, casa, cão, gato, filhos, pais, passarinho, limpar, lavar, passar, estudar, planejar, pagar, folhas caem, grama cresce.
Parar. Olhar nuvens e lá longe formam o teu rosto branco do céu, azul do mar.
QUE BOM, ISTO TUDO VAI ACABAR, VC VAI VOLTAR.
Impossível. Rotina: trabalho, casa, centro, vinho, unhas cabelos, pés depilação comer, comer?
Masturbar-se, correr, sorrir para um desconhecido, deitar-se com um desconhecido. Beijos, abraços, pernas se cruzam e nada, nada é você.
Music no ar, carro ligado, cigarro aceso, vida, estrada. Olho pro banco ali está a sua marca que saiu de dentro de vc, carro em alta velocidade, choro, paro, crio coragem. Mar estrelas e novamente, desconhecido, vinho, cachaça, tequila. Me entrego em fúria, nada, nada é vc.
Esqueço da calcinha na beira do mar, volto. Cigarro, carro e olho pro lado a tua marca na poltrona, o que saiu de dentro de ti. Choro.
Amanheço na minha cama, vazia, olho tuas fotos na parede do meu quarto, cigarro, café da manhã. Telefone silenciou, choro, choro.
Rotina. Praça aberta , teu cheiro no ar, passa, voa, me olha, olhar. Choro, cigarro, vinho,
Me visto de louca, vou pro bar, agarro quem eu quero quem me quer, ou não. Motel, luzes cigarro, vinho, comida boa, espelho grande tua imagem refletiu. Choro, choro, gozo, grito, chupo, língua, vagina nua, ardida, dor. Mas nada, nada é vc.
Volto prá minha cama, masturbar. Fotos na parede, rasgo, choro, levanto, lixo, cigarro, vinho.
Rotina: Trabalho, casa, cão, gato, filhos, pais, passarinho, limpar, lavar, passar, estudar, planejar, pagar, folhas caem, grama cresce.
Parar. Olhar nuvens e lá longe formam o teu rosto branco do céu, azul do mar.
QUE BOM, ISTO TUDO VAI ACABAR, VC VAI VOLTAR.
Assinar:
Postagens (Atom)



